No dia 03 de maio de 2017, o Planetário do Rio, com apoio da AMAGÁVEA (www.amagavea.org.br), realizou o 60º Concerto da Série Música Clássica nas Estrelas com direção de Nelson de Franco (ndefranco@uol.com.br), apoio institucional da Fundação Planetário e de divulgação da AMAJB, Sociedade Musical Bachiana Brasileira, AAJB. O concerto teve como solista a consagrada pianista Clélia Iruzun que tocou variadas obras dos mais representativos compositores do repertório pianístico:

duas peças do Ciclo Brasileiro para Piano Solo (Impressões Seresteiras e Festa no Sertão) de Heitor Villa-Lobos; dois movimentos da Suíte Andalucía (Córdoba e Malagueña) de Ernesto Lecuona; Widmung (Dedicação), Opus 25 , Nº1 de Robert Schumann  com arranjo para piano de Franz Liszt; Quarteto do Rigoletto de Giuseppe Verdi com arranjo de Franz Liszt; Balada Nº1 Opus 23, de Frédéric Chopin; Estudos Transcendentais (Velho tema; A morte de Anhanguera; A voz da floresta; No coqueiral; A menina dos cabelos cor de graúna; Saci) de Francisco Mignone; Grande Fantasia Triunfal Sobre o Hino Nacional Brasileiro de Louis Moreau Gottschalk, e, como bis, Reverie de Robert Schumann.

O próximo concerto será no sábado, 13 de maio, às 16h, no Auditório do Planetário (Rua Vice-Governador Rubens Berardo, 100, Gávea, fone 2088-0536) com a Camerata da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro.

Um pouco Sobre Clélia Iruzun

Vivendo sua infância na atmosfera culturalmente rica e diversificada da cidade do Rio de Janeiro, aos quatro anos, já iniciara seus estudos de piano.  Aos sete anos, conquistara seu 1º Concurso de Piano, debutando com orquestra, aos 15, com o Concerto de Grieg. 

Pianista, baseada em Londres, como uma das artistas mais interessantes no cenário mundial nos últimos anos. Cursou brilhantemente a Royal Academy of Music, graduando-se com o prestigioso Recital Diploma. Grandes pianistas como Stephen Kovacevich, Jacques Klein e Nelson Freire foram seus mentores.

Como solista em recitais e orquestras, vem atuando pela Europa, Américas e Ásia. Já excursionou como solista pela maiores cidades da China, tocando inclusive, no Grande Theatro de Xangai, Hangzhou, Ningbo e na exclusivíssima Sala de Concertos da Cidade Proibida em Pequim. Seu recital em Xangai foi votado como um dos dez melhores concertos do ano. Fez uma turnê à China com o Coull Quartet e tocou com eles também no Reino Unido, no Southbank Centre e na Universidade de Warwick. Fez diversas estreias de obras brasileiras no exterior, incluindo o Quinteto para Piano de Henrique Oswald, o Octeto de Villa-Lobos, a Sonata para piano de João Guilherme Ripper, o Desafio para Piano e Violão e a Sonata Breve de Marlos Nobre em salas no Southbank e no Wigmore Hall, assim como Concertos para Piano como a Fantasia Brasileira Nº3 de Francisco Mignone com a Kristiansand Chamber Orchestra na Noruega, com a Lontano Orchestra em Londres e com a Filarmônica de Poznan na Polônia, onde também estreou o Concertante do Imaginário de Marlos Nobre.

Clélia é detentora de inúmeros prêmios no Brasil e na Europa, distinguindo-se entre outros: Tunbridge Wells (Inglaterra), Paloma O’Shea em Santander e Pillar Bayona em Zaragoza (Espanha).

Vejam também: Bachiana pede apoio coletivo.

http://jornalimpactonline.blogspot.com.br/2017/04/financiamento-coletivo-para-bachiana.html