O Jornal Impacto sempre trabalhou no desenvolvimento de projetos que defendem o meio ambiente. Seus diretores constantemente participam de workshop, seminários, palestras e trabalhos que visam a defesa do mesmo. Recentemente, o diretor do Impacto Luiz Martins, participou de um Seminário na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), onde apresentou um vídeo sobre as embalagens de plásticos e os impactos ambientais causados pelo seu uso. Durante o evento, Luiz Martins apresentou o "Programa Plantando Para Sobreviver" de sua autoria que está sendo desenvolvido com a participação de professores da FAETEC de Nova Iguaçu. Luiz Martins também apresentou um trabalho sobre a Iso Ambiental, que esta sendo divulgado em uma universidade de Portugal.

PATRIMÔNIO AMBIENTAL

A Constituição federal diz que o meio ambiente é um bem de uso comum do povo, uma riqueza social que não pode ser individualizada e o Poder Público é o seu guardião. Somente o Poder Público dispõe dos meios para garantir a proteção desse bem. Estas riquezas, ou bens ambientais, tanto podem ser (florestas, rios e animais nativos), quanto a história de uma comunidade, sua cultura e seu conhecimento do lugar onde vive.

RESPONSABILIDADE

O dano ambiental causa estrago a todos os habitantes do Planeta. Em 1981, a lei no 6.938, instituiu o princípio segundo o qual os responsáveis por danos causados ao meio ambiente devem ser responsabilizados e obrigados a reparar o estrago. Esta lei previu uma ação específica para a cobrança dos danos, que foi regulamentada em 1985 pela lei no 7.347 (ação civil pública). A partir desta lei, a situação dos agressores ao meio ambiente mudaram  radicalmente e os danos diminuíram. Não importa que não tenha havido a intenção de dano, importa que a responsabilidade de defender a causa seja objetiva.

DEVERES DE TODOS

Os deveres relativos ao meio ambiente recaem sobre o Poder Público e a sociedade. A Constituição federal afirma que são ambos responsáveis pela defesa do meio ambiente. Alguns deveres cabem exclusivamente ao Poder Público, porem a maior responsabilidade cabe ao cidadão, que tem o dever de defender o seu futuro e o futuro da casa onde mora, ou seja, o futuro do Planeta.

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