Já fiz diversas matérias sobre o Parque Estadual da Pedra Branca, que, em minha opinião, deveria ser mais observado pelos órgãos ambientais do Rio.  

Recentemente, fiz uma vista ao Parque e pude perceber que houve uma evolução na segurança, graças aos esforços dos trabalhadores locais. Porém, a maioria destes trabalhadores está com seus salários atrasados, pois os guardas parques são pagos pelo governo estadual. 

Localizado na zona oeste do município do Rio de Janeiro, o Parque corta 17 bairros do Rio, como exemplos: Jacarepaguá, Taquara, Recreio dos Bandeirantes, Grumari, Bangu, Guaratiba e outros.

O objetivo principal da criação do Parque foi preservar a floresta localizada em ponto estratégico do Rio de Janeiro e a área núcleo de biodiversidade da Mata Atlântica, além de preservar mananciais hídricos ameaçados pela expansão urbana, proteger paisagens naturais e pouco alteradas de notável beleza cênica no seu interior e proteger e revitalizar construções históricas, ruínas e sítios arqueológicos.  

O Parque proporciona meios e incentivos para atividades de pesquisa científica e monitoramento. A subsede do Parque da Pedra Branca fica em Realengo, na zona oeste do Rio. Atualmente, o Parque possui três centros para visitação, passeios e apresentações guiadas ao local. Guias florestais acompanham grupos interessados em caminhadas pela região diariamente.  A região é encoberta por vegetação típica da Mata Atlântica (cedros, jacarandás, jequitibás e ipês), a qual serve de abrigo a uma generosa fauna composta por jaguatiricas, preguiças-de-coleira, tamanduás-mirins, pacas, tatus, lagartos, ouriços, tucanos, jacus, inhambus e cotias.  

O pico da Pedra Branca, com 1.025 m de altura, é o ponto mais alto da cidade e pode ser avistado de qualquer parte do litoral do Rio (principalmente Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes) e adjacências (como nos bairros de Bangu e Realengo).  

Vídeo sobre o Parque:

https://www.youtube.com/watch?v=p7hSAqXDzWY